Evelyn Bastos apresenta nova fase do Instituto Morro da Mangueira com circuito de memória e turismo comunitário
Evelyn Bastos apresenta nova fase do Instituto Morro da Mangueira com circuito de memória e turismo comunitário Celebração no Buraco Quente marcou a retomada das atividades, a abertura da sede à comunidade e a apresentação de projetos de acolhimento, cultura, esporte e geração de oportunidades O Instituto Morro da Mangueira celebrou neste sábado, 29 de agosto, uma nova fase de sua atuação no território. Presidido por Evelyn Bastos, o encontro reuniu moradores, lideranças comunitárias, parceiros e convidados em um percurso que começou no alto do morro e terminou na sede da instituição, no Buraco Quente. A programação apresentou o projeto de um circuito histórico que vai identificar, por meio de marcos em azulejo, locais ligados à vida de mestres e mestras que ajudaram a construir a história da Mangueira. A iniciativa será integrada ao MangaTur, projeto de turismo comunitário que pretende proporcionar aos visitantes uma experiência conduzida a partir da memória, do patrimônio e do olhar dos próprios moradores. O percurso também contou com uma experiência gastronômica. A parada incluiu batida de manga, fruta cuja árvore dá nome ao morro. Outras receitas com o ingrediente vão fazer parte dessa frente, que pretende relacionar turismo comunitário, sabores, identidade e geração de renda no território. Na chegada ao Buraco Quente, a abertura da sede foi marcada pela retirada de um laço vermelho: “Hoje a gente marca uma nova fase construída a partir da Mangueira e com a Mangueira. Eu nasci e fui criada aqui e sei que o nosso território não precisa que contem sua história por ele. Precisamos de instrumentos para preservar a memória, cuidar das pessoas e transformar talento em oportunidade. Por isso, em vez de cortar uma fita, nós desfizemos um laço. Queremos abrir caminhos sem cortar nossas raízes”, disse Evelyn. Presidido por uma mulher nascida e criada no Morro da Mangueira, o Instituto é uma iniciativa da organização Nós, Favela! e possui governança formada quase integralmente por mulheres periféricas. Sua atuação está estruturada em educação; cultura, patrimônio e memória; acolhimento; e desenvolvimento social. Entre as frentes apresentadas estão ações voltadas à saúde integral da mulher, autonomia profissional feminina, segurança alimentar, atividades esportivas para crianças e jovens e projetos culturais ligados à economia criativa e ao Carnaval. O encontro contou ainda com a presença de Marcelo Freixo, que acompanhou a apresentação do Instituto e manifestou apoio à iniciativa. •EllooComunicação Integrada www.elloocomunicação.com.br
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